Alerta – Meteorologistas alertam para risco de novo ciclone

Estudos apontam a formação de um centro de baixa pressão e seu aprofundamento junto à costa do Rio Grande do Sul no dia 08 deste mês um novo ciclone.

Dias depois que o chamado ciclone bomba atingiu Estados do Sul do país, especialistas alertam para a possibilidade de um segundo fenômeno, similar ao desta semana, passar pela mesma região nos próximos dias.

Uma nota publicada nesta sexta-feira (03) pelo MetSul Meteorologia afirma que estudos apontam a formação de um centro de baixa pressão e seu aprofundamento junto à costa do Rio Grande do Sul no dia 08 deste mês – próxima quarta-feira.

Segundo o texto, mapas mostram projeções vindas dos Estados Unidos e do Canadá – o mais provável é que o modelo canadense forme o ciclone mais próximo do Litoral Sul do Rio Grande do Sul, enquanto no norte-americano viria a se aprofundar no Litoral Norte.

A MetSul Meteorologia diz que a questão não é “se” o Estado terá novos ciclones, mas quando. “É uma certeza que enfrentaremos novos fenômenos”, afirma a MetSul.

Evento mais grave no Paraná

A Copel está enfrentando o pior evento climático de sua história em relação aos danos causados na rede de energia após o ciclone que atingiu o Paraná nesta semana.

Desde as 10 horas de terça-feira (30), quando começaram os ventos fortes, 1,8 milhão de unidades consumidoras foram alternadamente afetadas – 38% do total de unidades consumidoras atendidas pela Copel.

O pico de desligamentos aconteceu por volta de 17h20 de terça, com mais de 875 mil unidades consumidoras atingidas no Estado.

As equipes da Copel atenderam com prioridade serviços públicos essenciais e seguiram buscando religar o maior número de consumidores ao longo da noite do mesmo dia e madrugada do dia seguinte.

No começo da tarde de quarta-feira (1º), por volta das 13 horas, estavam abertos mais de 11,5 mil chamados de serviço em diferentes localidades.

A média diária de serviços dos últimos três dias ficou em 5 mil. Em junho esse número fechou em 1,5 mil/dia.

A Copel chegou a ter mais de mil equipes – 777 delas de emergência – com 2,7 mil eletricistas próprios e terceirizados atendendo nas ruas.

Profissionais do Interior foram deslocados para Curitiba, Região Metropolitana e Litoral para dar reforço nas áreas mais afetadas.

O diretor-geral da Copel Distribuição, Maximiliano Orfali, enfatiza que toda a força de eletricistas da empresa está de alguma maneira envolvida, inclusive profissionais de outras áreas, além da operação e manutenção, como medição, automação e inspeção, entre pessoal próprio e terceirizado.

“Foi realmente um caso excepcional, grave e histórico, e ainda assim os profissionais reconhecidamente qualificados da Copel atuaram de forma intensa para religar o mais rápido possível o maior número de consumidores”, afirma.

Fonte: O Presente

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