Curiosidade > Jejum intermitente não é indicado para todas as pessoas

Muito se escuta sobre a aderência do jejum intermitente. Famoso entre as blogueiras, a fama da dieta promete entrar no mundo fitness em pouco tempo.

Entre as mais requisitadas dietas, o jejum intermitente tem reputação de conseguir muito resultado em tempo reduzido.

Assim como o próprio nome já diz, o jejum intermitente é um jejum que pode durar de 12h a 18h, dependendo do organismo.

A nutricionista funcional e ortomolecular Tayse Corrêa recomenda que esse procedimento não deve ser a primeira dieta de alguém que está começando no mundo fitness, pois é um ação drástica.

“Antes de começar o jejum, a pessoa deve reduzir a alimentação e melhorar os hábitos para que assim o corpo possa se adaptar ao jejum intermitente”, explica a especialista.

A nutricionista também alerta para o que se deve comer nas janelas, período de intervalo entre os jejuns. “Não adianta fazer o jejum e quebrá-lo com um alimento calórico.

O mais indicado é um alimento com baixo carboidrato, sempre priorizando a comida de verdade”, explica.

A especialista cita algumas opções das comidas indicadas para o período de janela.

Alguns dos exemplos são: ovo com abacate, carne com legumes e frutas com cereais.

Quebrar o jejum de uma maneira errada pode prejudicar o organismo. A nutricionista frisa a importância de um profissional nesse processo.

“Muitas vezes a pessoa começa a dieta por conta, sem um acompanhamento nutricional, mas isso é perigoso pois não são todas as pessoas que podem fazer a dieta, como as gestantes.

É preciso fazer exames para verificar se vai ser benéfico para o seu corpo”, afirma a especialista.

A dieta promete um resultado rápido, mas ela deve ser seguida à risca. Corrêa indica para o jejum um período de 16h, incluindo o período de sono.

No período de jejum só deve ser ingerido água, café e chá, sem qualquer tipo de açúcar, para não introduzir carboidrato no organismo.

O jejum é uma estratégia alimentar que atua no corpo por um período determinado.

” A dieta é uma boa forma de queima de gordura, ela contribui para a longevidade, abaixa a insulina e atua na reparação celular.

Os genes atuam na obstrução e oxidação da gordura”, finaliza a nutricionista.

*Sob supervisão de Larissa Ayumi Sato
Julia Ilkiu – Estagiária*

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