Fronteira – Forças de segurança se integram no para combater o crime organizado na fronteira

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal (PF), Força Nacional de Segurança Exército e Receita Federal estão trabalhando de forma integrada no Paraná para combater o crime organizado na fronteira.

As operações de fiscalização estão sendo feitas pelo ar, água e terra.

Um helicóptero da PRF está monitorando pontos do Lago de Itaipu para encontrar portos clandestinos, utilizados por traficantes e contrabandistas.

Em uma dessas ações, os policiais encontraram 3 toneladas de maconha escondida no meio de um milharal.

“É uma região muito complexa, muito grande. Nós conseguimos estrategicamente, junto com a nossa inteligência, trazer melhores resultados pontuar onde o crime organizado acontece de forma geral”, disse Guilherme Fontana, da PRF.

De acordo com dados da PRF, o número de apreensões de cigarros, maconha e cocaína cresceram no Paraná, na comparação com 2019.

Entre janeiro e maio de 2020, foram apreendidos 2,2 milhões de pacotes de cigarros, contra 1,1 milhão, no mesmo período de 2019.

Já as apreensões de maconha ficaram quase seis vezes maior, passando de 8,8 mil toneladas, em 2019, para 48,8 mil toneladas, em 2020.

Enquanto isso, as apreensões de cocaína também subiram, de 131 toneladas para 619 toneladas neste ano, conforme a PRF.

Água e terra

Pela água, a PF faz o patrulhamento com lanchas velozes e armamento.

O Exército também treinou soldados e oficiais para utilização de veículos blindados anfíbios, que operam no rio e na terra.

Em uma dessas ações, os agentes de segurança encontraram 50 quilos de cocaína escondidos em botijões de gás.

Agentes da Receita Federal e da Força Nacional de Segurança também trabalham por terra, fazendo fiscalizações na barranca do Rio Paraná e na Ponte Internacional da Amizade.

No sábado (30), os fiscais encontraram mais de 600 quilos de maconha dentro dos pneus de um caminhão.

O delegado da Receita Federal Paulo Bini disse que já era esperado que a pandemia do novo coronavírus não iria reduzir a criminalidade.

“A gente não imagina que as quadrilhas entrando no pacto de isolamento, de tudo aquilo que é recomendado num momento desse”, afirmou.

G1

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