Guaíra > Município explica a situação sobre a obra na cabeceira da Ponte Ayrton Senna

O Município de Guaíra vem por meio deste esclarecer sobre o assunto que tem movimentado as mídias sociais nesta semana, em relação as obras que estão sendo executadas próximo a Ponte Ayrton Senna, dificultando o trânsito de entrada e saída e da cidade.

A Secretaria de Segurança Pública e Trânsito por intermédio do secretário Edson Manoel Auler, está tomando providências desde o início da semana com os órgãos responsáveis.

O trecho que está em obras, compreendido entre a cabeceira da Ponte Ayrton Senna e o Córrego do Jardim Santa Paula, não pertence a jurisdição Municipal, é considerado uma BR e está sob o domínio do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Contudo, o Secretário Auler não tem medido esforços para que a chefia do DNIT entenda a necessidade de desviar o trânsito.

A sugestão defendida pelo Município é que o fluxo seja desviado e passe pela antiga estrada de acesso à ponte onde antes era realizado a cobrança do pedágio.

Esta manhã (12), o secretário Auler, participou junto com o prefeito Heraldo Trento, de uma reunião com o chefe da Polícia Rodoviária Federal, o Inspetor Cortez, que está mediando as negociações com o DNIT.

Na ocasião, o Inspetor disse que o DNIT não atendeu a reivindicação de desvio mas, que amanhã (13) enviará uma equipe de técnicos do DNIT para analisar a possibilidade do desvio solicitado.

E informou ainda que a obra tem previsão de término dia 14 de dezembro, sexta-feira.

Diante o resultado da reunião que pouco produziu soluções imediatas para a problemática, o Secretário Auler entrou em contato com o comando da Polícia Militar de Guaíra, Tenente, Gustavo Vaz e solicitou um reforço para ajudar na organização do fluxo de veículos com a equipe da Guarda Municipal que está no local desde ontem (11).

O prefeito Heraldo Trento, pede paciência para quem precisa passar pelo local, “_ Paciência é o que peço, sei que é difícil, irritante, cansativo, porém, o poder executivo está fazendo tudo que está ao alcance.

Essa obra não faz parte do cronograma municipal, está fora do domínio e nos cabe procurar alternativas legais para tentar minimizar as consequências geradas.

Vale ressaltar que não é uma obra com duração longa e que em breve o fluxo poderá ser normalizado ainda que não consigamos executar medidas paliativas.

Agradeço desde já a compreensão de todos.”

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