Um pai e uma madrasta foram condenados a mais de 300 anos de prisão cada um após serem responsabilizados por impor metas de produção de conteúdo sexual a duas adolescentes no Paraná.
As vítimas tinham 13 e 16 anos.
Segundo a investigação, o casal utilizava uma linguagem de “seita” para controlar e coagir as meninas, criando um sistema de pressão psicológica para obrigá-las a cumprir objetivos relacionados à produção de material sexual.
O caso foi apurado pelas autoridades, que reuniram provas sobre a forma como os acusados agiam dentro do ambiente familiar.
A Justiça considerou a gravidade dos crimes e aplicou penas superiores a três séculos de reclusão para cada condenado.
A decisão reforça a gravidade da exploração sexual envolvendo menores de idade e a importância da denúncia de situações de violência, abuso ou qualquer forma de coerção contra crianças e adolescentes.
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se