Uma estratégia pouco convencional tem chamado a atenção em um presídio de Santa Catarina. Gansos estão sendo utilizados como parte do sistema de vigilância para ajudar no monitoramento de detentos, reforçando a segurança da unidade prisional de forma inusitada.
A iniciativa, que ganhou repercussão recente, aposta no comportamento naturalmente territorial e barulhento dessas aves. Sempre que percebem movimentações estranhas ou a aproximação de pessoas desconhecidas, os gansos emitem sons altos, funcionando como um “alarme vivo” e auxiliando os agentes penitenciários.
De acordo com a administração do presídio, a medida não substitui os sistemas tradicionais de segurança, como câmeras e vigilância armada, mas atua como um complemento eficaz, principalmente em áreas externas e perímetros onde a visibilidade pode ser reduzida.
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O uso de animais para reforçar a segurança não é totalmente novo. Cães, por exemplo, já são amplamente utilizados em operações policiais e de guarda.
No entanto, o emprego de gansos chama a atenção pelo baixo custo de manutenção e pela eficiência em alertar rapidamente qualquer movimentação fora do padrão.
Além da função de vigilância, a presença dos animais também tem contribuído para inibir tentativas de fuga e ações suspeitas dentro do perímetro monitorado.
A prática, embora curiosa, tem apresentado resultados positivos e despertado interesse de outras unidades prisionais pelo país, que avaliam a possibilidade de adotar medidas semelhantes como forma de reforçar a segurança com criatividade e economia.
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